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A telemedicina existirá no novo normal?

09/07/2020

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O termo “novo normal”, mal nasceu e já tem despertado a antipatia de várias pessoas. Isso porque em tempos de pandemia, não faltam exemplos de falta de empatia e principalmente despreocupação com a saúde, seja ela em nível pessoal ou de gestão. Por isso, muitas vezes parece que o ser humano não está aprendendo nada com a atual pandemia de Covid-19 e que, por isso, o novo normal é um conceito utópico.

Como médico e criador do Doxtor, que é um aplicativo para a promoção de saúde por meio de marcação de consultas domiciliares, em clínicas ou por chamada de vídeo, além oferecer um moderno sistema de gestão, eu me preocupo com os rumos que a pandemia já tomou e ainda pode tomar em nosso país, mas, com o olhar otimista, começo a desejar um novo normal para a medicina, que deve integrar a telemedicina da forma mais eficiente possível, inclusive nos atendimentos aos pacientes. É claro, que isso, por enquanto, é apenas um desejo acompanhado de muitos pensamentos de como isso poderia ser possível em um mundo sem pandemia. Não quero e não defendo que a tecnologia tome o lugar do exame físico, do olho no olho, do acolhimento pessoalmente, pelo contrário, desejo que a total segurança neste tipo de consulta seja reestabelecida o mais rápido possível.

Mas, mesmo assim, acredito que a tecnologia seja também ferramenta de aproximação e acolhimento também quando falamos de pacientes com mobilidade reduzida ou longe de seu médico de confiança por algum motivo, entre outras possibilidades. Será que conseguimos integrar a telemedicina ao novo normal? Eu acredito que sim.

Cada especialidade conta com os seus desafios e é óbvio que, em algumas delas, como a ortopedia, ginecologia, urologia, pediatria, a aplicação da telemedicina é extremamente complicada, na verdade, a telemedicina não é a via de mão única para os atendimentos ambulatoriais em nenhuma especialidade, pois as consultas e exames presenciais precisam continuar existindo de forma contínua. Mas vejo possibilidades interessantes de inserção desta tecnologia em acompanhamentos, retornos e especialidades, tudo com o devido debate ético e prático.

Finalizo ousando dizer que, antes do Doxtor existir, eu sonhei com um novo normal para melhorar a rotina profissional e aumentar os rendimentos dos profissionais de saúde e trazer mais praticidade aos pacientes. E este conceito não foi utópico, mas sim uma realidade que está disponível para download em Android e IOS.

Joel Campos
Médico e CEO do Doxtor

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